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ilustre (des)conhecido


Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte

Vivo na esperança de que nada de mais tenha acontecido. Apenas um leve susto, um susto daqueles que, por força de algo externo, nos dê avisos de que não somos máquinas, mas, sim, seres humanos, com suas fraquezas, limitações e limites.

 

Vivo na esperança de que o que passou nada mais foi do que reflexo de uma situação extrema no qual se fora impregnado, por força do trabalho, e por força, também, de uma rebeldia e de uma intransigente teimosia.

 

Vivo na esperança de que o que aconteceu foi apenas um acaso. Apenas um súbito descontrole corpóreo, nada mais.

 

Vivo na esperança de que nada de mais acontecerá daqui por diante. Que o acompanhamento médico indique que o que aconteceu não passou apenas de um surto, de uma situação (desesperadora) esporádica.

 

Vivo na esperança de que o parecer médico mostre que nada de mais fora afetado. Que nada de mais fora danificado. Que nada de mais acontecerá.

 

Vivo na esperança de não acordar mais com berros desesperados. Na angústia de esperar o socorro. Na impotência quanto à ajuda ao ente querido.

 

Vivo na esperança de acordar apenas com “bom dia”. Ou com apenas um “oi” monossilábico que de você comumente ouço quase que todas as manhãs.

 

Vivo na esperança de que nada de mais aconteceu. Que nada de mais ocorreu. Vivo na esperança de conseguir dormir noites tranqüilas.

 

Enfim,

 

Vivo na esperança de que tudo volte a ser como era antes.



Escrito por Marcos Thadeu às 13h51
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Direito de Resposta

Olá,

 

Venho aqui expressar meu repúdio aos facínoras virtuais que descaracterizam, infringem, corrompem e interpelam em benefício próprio contra as veementes tentativas postuladas e que, no mais tardar dos fatos, prejudicam a liberdade de pensamento e, ao mesmo tempo, ferem e agridem a doravante liberdade de expressão, fato este que, contido na Constituição Brasileira, jamais deveria ter seu efeito prático diante de um dos mais íntegros meios de comunicação do nosso tempo.

 

Os que dizem apenas atentar contra fatos e pessoas, na verdade, usufruem de liberdade e carisma ímpar e, na condição de formadores de opinião, acabam por interferir, negativamente, no processo de comunicação sendo, acima de tudo, um processo livre; estes que gozam de prestígio acabam, por facilidade única de sua condição de líderes democráticos, angariando adeptos que, outrora, manifestaram-se negativamente ou, simplesmente, não se manifestaram por força, única, de não achar necessário.

 

Critico aqueles que, por total descrença e/ou desobediência às regras elementares do processo de comunicação entre os homens, interpelam em favorecimento próprio, usando outros (aqui denominados apenas de simpatizantes) de “escada” para sobressair-se perante uma camada, digamos, mais política e menos abastada no que diz respeito á espetacularização.

 

Posição que, por conta de sua unilateralidade, transforma os já denominados facínoras virtuais, peças-chave na construção, ou melhor, na desconstrução de uma imagem que, por conta do árduo trabalho, custou a ser lapidada. Hoje, esse terrorismo exacerbado culmina, talvez, com aspirações pessoais, que, em tese, não deveriam tomar conta de semelhante espaço. Espaço pequeno, insignificante.

 

Hoje, gozo do desprestígio tramado por caudilhos virtuais. Hoje, por força apenas de uma fase ruim, transformo-me em perseguido. Outrora, posso dizer, já fui perseguidor, mas hoje, diante de tramas miraculosas e orquestradas a ponto de desmoralizar este que, diante desse veículo, tem uma pequena válvula de escape e, diante da prerrogativa imposta à lei, sente-se no dever de responder àqueles que, mesmo tendo aderido à manifestação clara de desmoralização, precisam ser esclarecido dos fatos.

 

Volto a repelir aqueles que, em comunicadores virtuais, se abstraem do direito de crítica, valendo-se apenas do achincalhamento público e direto. Repilo todas as manifestações contra a minha pessoa e contra qualquer outro fato que a ligue; recrimino as tentativas de campanhas maledicentes que tinham como propósito minha exclusão do círculo patotístico.

 

Não sou ingênuo de esperar trégua, pois creio que isso não irá acontecer. Portanto, aqueles que prestigiam, apóiam ou simplesmente simpatizam com as atitudes orquestradas por Tadeu (chefe da Organização Contra os Nicks do Joel, a OCNJ) e por Teddy (subsecretário da mesma organização), considerem-se em guerra. E tenho dito!

 

Desde já em alerta.

Marcos Joel, o inimigo!    



Escrito por Marcos Thadeu às 14h30
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