Histórico
 01/12/2009 a 31/12/2009
 01/10/2009 a 31/10/2009
 01/09/2009 a 30/09/2009
 01/08/2009 a 31/08/2009
 01/06/2009 a 30/06/2009
 01/05/2009 a 31/05/2009
 01/04/2009 a 30/04/2009
 01/03/2009 a 31/03/2009
 01/12/2008 a 31/12/2008
 01/10/2008 a 31/10/2008
 01/08/2008 a 31/08/2008
 01/07/2008 a 31/07/2008
 01/05/2008 a 31/05/2008
 01/04/2008 a 30/04/2008
 01/03/2008 a 31/03/2008
 01/02/2008 a 29/02/2008
 01/01/2008 a 31/01/2008
 01/11/2007 a 30/11/2007
 01/09/2007 a 30/09/2007
 01/08/2007 a 31/08/2007
 01/03/2007 a 31/03/2007
 01/02/2007 a 28/02/2007
 01/01/2007 a 31/01/2007
 01/12/2006 a 31/12/2006
 01/11/2006 a 30/11/2006
 01/10/2006 a 31/10/2006
 01/09/2006 a 30/09/2006
 01/08/2006 a 31/08/2006
 01/07/2006 a 31/07/2006
 01/06/2006 a 30/06/2006
 01/05/2006 a 31/05/2006
 01/04/2006 a 30/04/2006
 01/03/2006 a 31/03/2006
 01/02/2006 a 28/02/2006
 01/01/2006 a 31/01/2006
 01/11/2005 a 30/11/2005
 01/09/2005 a 30/09/2005
 01/08/2005 a 31/08/2005
 01/07/2005 a 31/07/2005
 01/06/2005 a 30/06/2005
 01/05/2005 a 31/05/2005
 01/04/2005 a 30/04/2005
 01/03/2005 a 31/03/2005
 01/02/2005 a 28/02/2005
 01/01/2005 a 31/01/2005


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 A nível de
 Pão com Farofa
 Cabeça Problemática
 Casa da Palavra
 Hemorragia de Pensamentos
 Bloganvile
 Cartela Vazia
 Procurando Ní
 Blog do Marcelo Camelo
 Ilustre Pensador Calazans


 
ilustre (des)conhecido


Dúvidas, sentimentos e algo mais...

Indubitavelmente a mesa do bar nos revela uma grande terapeuta e a cerveja um grande psicólogo. É nela que depositamos nossas alegrias, tristezas, e, porque não, nossos mais secretos, íntimos e, por assim dizer,  verdadeiros sentimentos. Amigos são, nesse caso, grandes fontes de ajuda, grandes incentivadores ou não de nossas opções datadas em algum dia, por alguma razão.

Não apenas pensamos na mesa de bar como mera diversão, sadia ou não, pensamos como fruto de uma mescla de diversão e confessionário das atitudes tomadas ou as que deixamos de tomar. E na cerveja, encontramos a válvula ou a peça que falta para consumar nossa falta de iniciativa ou nossa iniciativa equivocada.

E por pensar assim, vejo que a mesa do bar ou “o grande consultório psicológico da modernidade” é essencial nos nossos dias. Ela, só ou acompanhada dos amigos, nos conforta de maneira que percebamos que nossas dúvidas são as mesmas dúvidas dos outros.

Nela não apenas conversamos sobre assuntos devidamente corriqueiros: futebol, mulheres, política, torresmo ou o aquecimento global. Nela transfiguramos nossa realidade à enésima potência. Nela nos dirigimos aos amigos sobre nossas sensações, dúvidas, sentimentos, emoções e, quem sabe, nossas vontades. Os amigos, grandes fontes de ajuda, apenas se manifestam positiva ou negativamente, dependendo da situação.

E nos sentimentos mais profundos expostos em mesa de bar, concentram-se as vontades mais infantis e mais verdadeiras que os amigos logo de cara percebem. Sejam por clara exposição ou por apenas pequenos gestos ou frases que esporadicamente são faladas, às vezes na pura inocência, mas muitas vezes não.

Sendo assim, a mesa de bar continua a ser a grande companheira de sentimentalistas e sentimentos guardados ou ainda não expostos. E, mesmo assim, mesmo que os sentimentos não sejam expostos em nenhum dia, a mesa estará lá, sempre pronta a servir como terapeuta e a cerveja como grande psicólogo.



Escrito por Marcos Thadeu às 10h43
[] [envie esta mensagem]



Diálogos da rua – parte I

Dentro do ônibus com a Rebouças no caos

 

-          Tanta coisa para se preocupar e o Kassab proíbe engate no carro. É impressionante.

-          Pois é, por isso que esse País não vai para frente.

-          Acredita que tem uma deputada querendo aprovar uma lei que impede os pais de baterem no bumbum dos filhos?

-          Sério?

-          É. É esse o projeto dela.

-          Meu Deus, onde vai parar esse País.

-          Acho que nessas horas, alguém deveria chegar nessa deputada, baixar a calcinha dela e “sentar o rei lá dentro”. “Enfiar o chinelo” para ver se ela aprende.

 

Na avenida Paulista, conversa ao celular

 

    -       Acho que devemos fazer um balanço das raças de guarda-chuva. Quantas pessoas você conhece que perdeu um guarda-chuva? Eu conheço várias. E me diz: você já viu alguém que perdeu e depois achou o guarda-chuva? Então, se de cinco pessoas, uma, no máximo, acha o guarda-chuva. E a matemática é simples: para onde vão parar os guarda-chuvas perdidos?



Escrito por Marcos Thadeu às 10h40
[] [envie esta mensagem]



Essa vem do camarada Márcio, prefeito de Bloganvile:

"Acho que para você, Joel, a Kibon deveria fazer sorvete de uísque."

Estou totalmente de acordo.



Escrito por Marcos Thadeu às 15h27
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]